O Plano Nacional de Direitos Humanos-3 (PNDH-3), decretado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 22 de dezembro de 2009, provocou uma intensa reação da sociedade brasileira devido às suas propostas totalitárias e coletivistas que ofendem a pessoa humana e seus direitos como: o direito à vida, à legítima defesa, o direito de propriedade entre outros.
O texto, da maneira como se apresentou, não teve condições políticas de sustentação e cinco meses depois, movido pela inconformidade popular e por conveniências eleitorais, o governo alterou alguns pontos fundamentais do PNDH-3. Verdade ou estratégia?
Será que ao ajustar os pontos do programa que provocaram grande revolta no povo brasileiro, o governo não o fez de forma momentânea em vista das eleições em 2010, sem abandonar tais objetivos?
No V Encontro de BIOÉTICA, especialistas responderão a esta questão e aprofundarão os principais pontos do PNDH-3 que merecem nosso repúdio. |